Tarifa: É o imposto cobrado para a entrada de mercadorias em um país.
Tarifa externa comum (TEC): É a tarifa comum cobrada por um grupo de país que na qualidade de sócios, exigem o mesmo imposto a entrada de mercadorias provenientes de países que não fazem parte do grupo.
Dumping: É a venda em um produto estrangeiro de um produto a preço "baixo do seu valor justo" geralmente menor do que o preço cobrado pelo produto dentro do país exportador ou quando é vendido a outros países. De modo geral o Dumping é reconhecido como uma pratica injusta de comercio, possível prejudicar os fabricantes de produtos similares no país importador.
Subsídios: São benefícios econômicos que um governo concede aos produtores de bens, muitas vezes para fortalecer sua posição competitiva. O subsidio pode ser direto (subvenção em dinheiro) ou indireto (crédito a exportação com juros baixos por exemplo).
aventura
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
O mundo em blocos
Zona de livre-comercio: Nesse tipo de bloco a interação é apenas criar uma área de livre circulação de mercadorias e capitais.
Ex:. Nafta.
União aduaneira: Além da zona livre de circulação de mercadorias e de capitais, na união aduaneira é usado uma tarifa externa comum (TEC) em relação a países que não pertencem ao bloco.
Ex:. Mercosul.
Mercado comum: Além de apresentar as mesmas características das associações anteriores o mercado comum compreende a livre circulação de pessoas e a padronização das legislações econômicas trabalhistas fiscal e ambiental.
Ex:.União européia até dezembro de 1998.
União econômica e monetária: Atual estágio da união européia após a adoção da moeda unica o Euro em primeiro de janeiro de 2002.
Os maiores blocos econômicos da globalização são: União Européia, Nafta e Mercosul.
Ex:. Nafta.
União aduaneira: Além da zona livre de circulação de mercadorias e de capitais, na união aduaneira é usado uma tarifa externa comum (TEC) em relação a países que não pertencem ao bloco.
Ex:. Mercosul.
Mercado comum: Além de apresentar as mesmas características das associações anteriores o mercado comum compreende a livre circulação de pessoas e a padronização das legislações econômicas trabalhistas fiscal e ambiental.
Ex:.União européia até dezembro de 1998.
União econômica e monetária: Atual estágio da união européia após a adoção da moeda unica o Euro em primeiro de janeiro de 2002.
Os maiores blocos econômicos da globalização são: União Européia, Nafta e Mercosul.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Tipos de Industrias.
Tipos de Industrias.
Destacam-se as industrias petroquímicas (francesa), as siderúrgicas (alemãs) etc..
Exemplos de industrias duráveis: De automóveis, eletrodomésticos e moveis.
Exemplos de industrias não duráveis: Vestuários, alimentos, remédios, e calçados.
Exemplos: As de informatica(microsoft, BM) a espacial(NASA) a aeronáutica ( Boeing e Airbus) etc..
- Industrias de bens de produção ou industrias de bens.
- Industria de bens de capital.
- industria de bens de consumo.
- industria dinâmicas.
- industrias tradicionais.
- industrias de bens de produção ou industrias de bens.
Destacam-se as industrias petroquímicas (francesa), as siderúrgicas (alemãs) etc..
- Industrias de bens de capital ou intermediarias .
- industrias de bens de consumo.
Exemplos de industrias duráveis: De automóveis, eletrodomésticos e moveis.
Exemplos de industrias não duráveis: Vestuários, alimentos, remédios, e calçados.
- Industrias dinâmicas.
Exemplos: As de informatica(microsoft, BM) a espacial(NASA) a aeronáutica ( Boeing e Airbus) etc..
- industrias tradicionais
Características da 1°, 2° e 3° revolução industrial
1° Revolução Industrial.
Quando ocorreu: Ocorreu no século XVIII
Onde ocorreu: Na Inglaterra
O que foi inventado: A grande máquina a vapor criada por Thomas Newcomen em 1712 e aperfeiçoada por James Watt em 1765.
A principal fonte de matéria prima era o carvão mineral.
2° Revolução Industrial.
Quando ocorreu: Ocorreu no século XIX-XX
Onde ocorreu: Na Inglaterra, Japão, Estados Unidos, e Bélgica
O que foi inventado:As transformações foram do ferro em aço. (Inventado por Henry Bessemer). A invenção do dínamo e do primeiro gerador elétrico (Inventado por Michael Faraday). Do motor a combustão interna (Aperfeiçoada por Gotlieb Daimber, Karl Benz, e Rudolf Diesel). O telefone (Alexander Granhan Bell)
A principal fonte de matéria-prima era o ferro e o aço.
3° Revolução Industrial.
Quando ocorreu: Ocorreu no século XX.
Onde Ocorreu: Europa, Estados Unidos, Bélgica, Japão, China etc...
O que foi inventado: Principal invenção computador (1946) acelerou o processo de informatização e o desenvolvimento das industrias ligadas ao setor e a evolução dos meios de transportes e o surgimento da biotecnologia o que ajudou os homens estereis a ter filho.
principal fonte de matéria -prima Petróleo, e energia elétrica são as principais fontes de matéria- prima.
Quando ocorreu: Ocorreu no século XVIII
Onde ocorreu: Na Inglaterra
O que foi inventado: A grande máquina a vapor criada por Thomas Newcomen em 1712 e aperfeiçoada por James Watt em 1765.
A principal fonte de matéria prima era o carvão mineral.
2° Revolução Industrial.
Quando ocorreu: Ocorreu no século XIX-XX
Onde ocorreu: Na Inglaterra, Japão, Estados Unidos, e Bélgica
O que foi inventado:As transformações foram do ferro em aço. (Inventado por Henry Bessemer). A invenção do dínamo e do primeiro gerador elétrico (Inventado por Michael Faraday). Do motor a combustão interna (Aperfeiçoada por Gotlieb Daimber, Karl Benz, e Rudolf Diesel). O telefone (Alexander Granhan Bell)
A principal fonte de matéria-prima era o ferro e o aço.
3° Revolução Industrial.
Quando ocorreu: Ocorreu no século XX.
Onde Ocorreu: Europa, Estados Unidos, Bélgica, Japão, China etc...
O que foi inventado: Principal invenção computador (1946) acelerou o processo de informatização e o desenvolvimento das industrias ligadas ao setor e a evolução dos meios de transportes e o surgimento da biotecnologia o que ajudou os homens estereis a ter filho.
principal fonte de matéria -prima Petróleo, e energia elétrica são as principais fontes de matéria- prima.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Inconfidência Mineira 1789
- O alvará de 1785;
- A opressão fiscal principalmente após a instituição da DERRAMA (Cobranças e impostos atrasados);
- Contatos com os idéias iluministas;
- A independência da América.
- Instalar um governo republicano;
- Instalar manufaturas;
- Fundar uma universidade em Vila Rica.
O movimento marcado para o dia do DERRAMA não chegou a ocorrer em função da traição de Joaquim Silvério dos Reis que decidiu trocar suas dividas pela denuncia do movimento. Os envolvidos foram presos e instalou-se a DEVASSA para apurar as responsabilidades de cada envolvido.Muitos foram condenados a morte, mas só Tiradentes foi enforcado sob a acusação de publicidade escandalosa do movimento e traição a coroa.
A conjuração Baiana 1789
Também conhecida como revolta dos alfaiates e ocorreu na Bahia . No século XVIII surgiria em Salvador uma sociedade secreta conhecida como ''cavaleiros da luz'', formada por padres, soldados, profissionais liberais e artesãos.Era uma loja maçônica onde se discutiam os ideais da Revolução Francesa: Liberdade, Fraternidade e Igualdade , idéias difundidas entre a população livre e escravos.
A conjuração Baiana apresentava portanto contornos sociais mais definidos que a Inconfidência Mineira. Soldados, alfaiates, artesões em geral, mulatos, negros forros e escravos que queriam não só a libertação do domínio português, mas queriam também a igualdade social e racial.
Em agosto de 1798 começaram a circular panfletos por Salvador convocando o povo baiano a revolução. As investigações das autoridades portuguesas apresentavam como envolvidos soldados e artesões mulatos como João de Deus, Lucas Dantas,e Luiz Pires. Instalou-se a devassa e ao final do processo seis lideres foram enforcados e outros condenados ao delegado perpetuo.
A conjuração Baiana apresentava portanto contornos sociais mais definidos que a Inconfidência Mineira. Soldados, alfaiates, artesões em geral, mulatos, negros forros e escravos que queriam não só a libertação do domínio português, mas queriam também a igualdade social e racial.
Em agosto de 1798 começaram a circular panfletos por Salvador convocando o povo baiano a revolução. As investigações das autoridades portuguesas apresentavam como envolvidos soldados e artesões mulatos como João de Deus, Lucas Dantas,e Luiz Pires. Instalou-se a devassa e ao final do processo seis lideres foram enforcados e outros condenados ao delegado perpetuo.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Historias das guerras mundiais
Primeira
guerra Mundial.
Inicio da
guerra
O estopim deste conflito foi o assassinato de
Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a
Saravejo (Bósnia-Herzegovina). As investigações levaram ao criminoso, um jovem
integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da
Áustria-Hungria na região dos
Bálcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914,
declarou guerra a Servia.
Primeira
Guerra Mundial (também
conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o início da segunda guerra mundial
foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e
durou até 11 de novembro de 1918. O conflito envolveu as Grandes potencias de todo o mundo, que organizaram-se em duas alianças
opostas: os Aliados (com base na Tríplice
Entende entre Reino Unido, França
e Império Russo) e os Impérios
Centrais (originalmente Tríplice
Aliança entre Império
Alemão, Austria-Hungria
e Itália; mas como a Áustria-Hungria tinha tomado a ofensiva contra o acordo, a
Itália não entrou em guerra). Mais de 9 milhões de combatentes foram
mortos, em grande parte por causa de avanços tecnológicos que determinaram um
crescimento enorme na letalidade de armas, mas sem melhorias correspondentes em
proteção ou mobilidade. Foi o sexto conflito mais mortal na história da
humanidade e que posteriormente abriu caminho para várias mudanças políticas,
como revoluções em muitas das nações envolvidas.
Fim do conflito.
Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância:
a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entende, pois havia acordos
comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou
a vitória da Entende, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os
derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado
de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A
Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada,
perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da
Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países
vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando
o início da Segunda
Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial.
As causas da
guerra.
Um conflito desta
magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que
vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa
e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais
importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos
totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha
surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território
Alemão, desrespeitando Tratado de Versalhes inclusive reconquistando
territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido
Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Disse da Itália, com
poderes sem limites.
Tanto a Itália quanto
a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930,
com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos
fascistas destes países foi à industrialização, principalmente na criação de Indústrias
de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc.).
Na Ásia, o Japão também
possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e
ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e
formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de
conquistas elaborados em comum acordo.
Segunda
Guerra Mundial foi um conflito militar global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a
maioria das nações do mundo – incluindo todas as grandes potencias– organizadas em duas
alianças militares opostas: os Aliados e o Eixo. Foi à
guerra mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares
mobilizados.
Final da
guerra.
Este
importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da
Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda
sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre
as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte
de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição Os prejuízos foram enormes,
principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos,
cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas
incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave,
principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de
concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi
criada a ONU (Organização das Nações Unidas), cujo objetivo principal seria a
manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como
Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União
Soviética. Uma disputa Geopolítica entre o capitalismo
norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos os países
buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
Você sabia?
- O dia 8 de maio é o Dia Mundial em
memória dos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.
Nestas cidades.
Terceira
Guerra Mundial.
Terceira Guerra Mundial é a hipotética guerra
mundial que seria travada entre as superpotências com armas
de destruição massiva tais como armas nucleares
Não sabemos
se a terceira Guerra mundial realmente vai acontecer, mas se continuar como esta
vai ter sim uma terceira guerra mundial originada pelas Coréias.
Milhões
de pessoas vão morrer se ficarem expostas as radiações nucleares. Não somente
quem morra nas Coréias, mas o mundo todo.
Vamos esperar
para que isso não aconteça. ‘’Pois há milhões de pessoas e potencias para
apoiar uma guerra e poucos contra para que não aconteça.
Como já
diz o lendário Albert Eisnsten “Não sei como será a Terceira Guerra Mundial, mas poderei vos
dizer como será a Quarta: com paus e pedras...”
sábado, 29 de dezembro de 2012
Trafigo Internacional de pessoas
Atualmente estamos aconpanhando esse tema na novela das 9:00 hrs Salve Jorge. Onde esse trafico movimenta muito dinheiro e envolve muitas pessoas. O trafico Humano ,ou o Trafico de Seres Humanos (TSH) fica atras somente do trafico de drogas . Muitas das pessoas traficadas são mulheres e crianças ainda bebes. Muito dessas mulheres traficas são trancafiadas e obrigadas a se venderem a pouco preço, mas muitas delas são prostitutas de luxo onde so ficam com pessoas da alta sociedade , politicos importantes etc.
Outro trafico que colocamos em enfase foi o trafico de crianças onde quem procura sao pessoas que nao podem terem filhos que querem evitar os transtornos nos tribunais de justiças ou até mesmo porque se torna um recurso mais barato .
Segundo a ONU o trafico de pessoas movimenta todo ano cerca de 32 bilhoes de dolares.
As brasileiras estão entre as principais vítimas do tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, revelam recentes pesquisas do Ministério da Justiça e do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crimes (UNODC).
Elas têm, em média, entre 15 e 27 anos e são aliciadas por taxistas, donos de boates e agências de modelo. Com promessas de uma vida melhor no exterior, seguem para a Europa e Ásia.
A atividade ilícita prospera no Brasil devido à desigualdade social e econômica, característica dos países em desenvolvimento. As vítimas são, em sua maioria, de origem humilde e recebiam no Brasil até três salários mínimos.
Bom galerinha é isso , e fiquem espertos com qualquer proposta suspeitas ok!!!!!!!!!!!!!1
beijos e se cuidem.
Outro trafico que colocamos em enfase foi o trafico de crianças onde quem procura sao pessoas que nao podem terem filhos que querem evitar os transtornos nos tribunais de justiças ou até mesmo porque se torna um recurso mais barato .
Segundo a ONU o trafico de pessoas movimenta todo ano cerca de 32 bilhoes de dolares.
As brasileiras estão entre as principais vítimas do tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, revelam recentes pesquisas do Ministério da Justiça e do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crimes (UNODC).
Elas têm, em média, entre 15 e 27 anos e são aliciadas por taxistas, donos de boates e agências de modelo. Com promessas de uma vida melhor no exterior, seguem para a Europa e Ásia.
A atividade ilícita prospera no Brasil devido à desigualdade social e econômica, característica dos países em desenvolvimento. As vítimas são, em sua maioria, de origem humilde e recebiam no Brasil até três salários mínimos.
Bom galerinha é isso , e fiquem espertos com qualquer proposta suspeitas ok!!!!!!!!!!!!!1
beijos e se cuidem.
domingo, 14 de outubro de 2012
Albert Aistem
Albert Einstein nasceu em Ulm (Württemberg, sul da Alemanha) no dia 14 de março de 1879. Seu pai, Hermann Einstein, possuía uma oficina eletrotécnica e tinha um grande interesse por tudo que se relacionasse com invenções elétricas. Não obstante, seus negócios não prosperavam e, logo que seu filho nasceu, viu-se obrigado a se transferir para uma cidade maior, na esperança de que as finanças melhorassem. Escolheu Munique, capital da Bavária, porque já poderia abrir uma oficina em sociedade com irmão Jacob.
Foi nessa cidade que Albert recebeu sua educação primária e secundária. Quando criança, não apresentava nenhum sinal de genialidade; muito pelo contrário, seu desenvolvimento se deu de modo bastante moroso até a idade de nove anos. No entanto, a sua paixão em contemplar os mistérios da Natureza começou muito cedo - aos quatro anos - quando ficou maravilhado com uma bússola que ganhara de presente do pai. "Como é que uma agulha pode se movimentar, flutuando no espaço, sem auxílio de nenhum mecanismo?" - perguntava a si mesmo.
Na escola, Albert sentia grande dificuldade para se adaptar às normas rígidas do Estudo. Os professores eram muito autoritários e exigiam que os alunos soubessem tudo de cor.
Geografia, história e francês eram os seus grandes suplícios; preferia mais as matérias que exigiam compreensão e raciocínio, tal como a matemática.
Ao mesmo tempo, seu tio Jacob ia lhe transmitindo as primeiras noções de álgebra e geometria. Aos doze anos, ganhou um livro de geometria elementar e, a partir daí, seu gosto pela matemática se ampliou cada vez mais.
Um de seus professores mais exasperados, chegou a dizer que Albert nunca iria servir para nada e que, além disso, sua presença desatenta em classe era considerada negativa, porquanto influenciava seus colegas, o que o levou a ser suspenso várias vezes.
Quando estava no último ano do ginásio, seu pai viu-se forçado novamente a mudar de cidade. Mais uma vez os negócios haviam fracassado.
Desta vez decidira emigrar para a Itália e se estabelecer em Milão. Mas Albert permaneceu mais um ano em Munique a fim de concluir seus estudos secundários. No meio do ano, conseguiu uma dispensa médica e foi passar uma temporada com a família na Itália. Retomou os estudos na Escola Cantonal de Aarau e obteve o diploma que lhe permitiu prestar exame para admissão na Universidade.
Fez seus estudos superiores na Escola Politécnica de Zurique e, em 1900, Graduou-se em Matemática e Física. Durante esse período não chegou a ser um excelente aluno - sobretudo pelo fato de já estar fascinado por algumas questões que o absorviam completamente - enquanto que o curso exigia um estudo mais superficial devido ao grande número de matérias que eram ministradas.
Em suas notas autobiográficas, Einstein conta que nessa ficou tão enfastiado das questões científicas que, logo depois de se formar, passou um ano inteiro sem ler as revistas especiais que eram publicadas. Isto possivelmente pelo fato de já haver, durante o curso, feito a leitura de todos os grandes cientistas da época - particularmente Helmholtz, Hertz e Boltzmann - adiantando-se ao programa estabelecido pela Faculdade. Preferia ficar lendo em casa a ir assistir às aulas.
Um de seus professores de matemática, Hermann Minkowski, que mais tarde foi o primeiro a interpretar geometricamente a Teoria da Relatividade Restrita, quando viu o artigo de Einstein publicado na revista Annalen der Physik , em 1905, ficou estarrecido. "Será que é o mesmo Einstein?" - comentou com um colega - "E quem era aquele meu aluno há alguns anos atrás? Naquela época ele parecia conhecer muito pouco do que lhe era ensinado!"
Depois de se formar, Einstein procurou emprego durante muito tempo.
Enquanto isso, dedicava algumas horas do dia lecionando numa escola secundária. O emprego que mais queria, o de professor-assistente na sua Universidade, havia malogrado. Então, 1902, Grossmann, um colega de faculdade, consegue-lhe um emprego como técnico especializado no Departamento Oficial de Registro de Patentes de Berna, onde Einstein permaneceu até 1909, quando a Universidade de Zurique convida-o para o cargo de professor.
Em 1903, casou-se com uma antiga colega de classe - Mileva Maric.
Desse casamento nasceram dois filhos: Hans Albert (professor de hidráulica em Berkeley, Califórnia, USA) e Eduard. O casamento não foi bem sucedido, resultando em divórcio em 1913.
Os anos que Einstein viveu em Berna foram muito alegres e profícuos. Podia ele tocar seu violino, cujo prazer imenso propiciava-lhe alegres momentos de relaxamento.
Contando com o salário do registro de patentes para assegurar-lhe uma vida modesta, e com obrigações profissionais pouco exigentes, sobrava-lhe tempo para a contemplação. Liberto, então, de preocupações rotineiras, seu raciocínio criador pôde se desenvolver a passos largos. Seus três célebres enunciados de 1905 foram insuperáveis em brilhantismo lógico e ousadia.
Juntamente com seus amigos Conrad Habicht (matemático) e Maurice Solovine (filósofo), Einstein fundou a Academia Olímpia, de cujas animadas reuniões ele ainda se lembrava nostalgicamente no fim de sua vida. Solovine narra com entusiasmo e episódio de quando ele resolveu faltar a uma das reuniões para assistir a um concerto.
A sua ausência foi logo vingada. Ao retornar, encontrou seu quarto imerso em fumaça e sua cama coberta de fumo barato de cachimbo, o que lhe provocou imediatas náuseas, pois não tolerava de maneira alguma o cheiro da fumaça de tabaco. As reuniões eram centradas na discussão de livros filosóficos de Pearson, Hume, Mach, Riemann, Spinoza e Poincaré, as quais, freqüentemente, se estendiam até o amanhecer.
Inversamente, nos últimos anos de sua existência, Einstein raramente tinha paciência para ler tratados científicos, e tinha de depender de seus amigos para se manter informado acerca de trabalhos desenvolvidos por outros cientistas.
Em 1907, Einstein tenta obter a Venia Legendi ( direito para magistrar em faculdades) na Universidade de Berna.
Como dissertação inaugural, apresentou o artigo de 1905 intitulado "Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento" (nessa época ainda extremamente controvertido), trabalho que o professor de física experimental recusou e criticou violentamente. Einstein se ressentiu com o fato que adiava novamente seu ingresso no magistério universitário. No entanto, meses mais tarde por insistência de seus amigos, tenta novamente e, desta vez, é admitido.
Rapidamente sua reputação ultrapassa os percalços iniciais, e Einstein começa a receber uma série de convites de universidades importantes. No início de 1909, a Universidade de Zurique convida-o para assumir uma cadeira, como professor-assistente, por três semestres.
O seu superior no Registro de Patentes não tinha a menor idéia das atividades que o cientista desenvolvia para além dos domínios do Departamento, de modo que, quando Einstein apresentou seu pedido de demissão, quis saber o motivo. Einstein contou que haviam lhe oferecido um cargo de professor na Universidade de Zurique.
O superior pediu para deixar de brincadeiras, pois ninguém jamais iria acreditar numa história absurda como aquela. No entanto, o absurdo era verdade, e Einstein deixou Berna e mudou-se para Zurique.
Como professor, não era eloqüente em suas exposições, em parte porque não dispunha de tempo para se preparar, e em parte porque não apreciava desempenhar o papel de dono da sabedoria.
Alguns alunos sentiam-se atraídos pela sua figura, devido à extrema simplicidade e modéstia que possuía.
Em 1911, Universidade Germânica de Praga (nessa época a capital da província austríaca da Boêmia), convidou-o para a cátedra de Física Teórica, na qualidade de professor-catedrático. A situação social e política de Praga não o atraía muito, mas seus três semestres contratuais estavam se findando. Foi quando a Escola Politécnica de Zurique ofereceu-lhe o cargo de professor catedrático. Em 1912, deu início, então, às sonhadas aulas na universidade onde estudara. Mas elas não prosseguiram por muito tempo.
Em 1913, o grande físico Max Planck e o célebre físico-químico Walter Nernst visitaram-no pessoalmente, convidando-o para o cargo de diretor de Física do Kaiser Wilhelm Institute, em Berlim, sucedendo Jacobus Hendricus Van't Hoff, que falecera em 1910. Einstein aceitou seus trabalhos em Zurique em abril de 1914. Nesse novo emprego, liberado do compromisso com as aulas, pôde concentrar-se integralmente nas pesquisas científicas.
Começa então uma nova fase de realizações na vida de Einstein. Berlim, nessa época era um dos maiores centros intelectuais do mundo.
A proximidade com Planck, Laue, Rubens e Nernst teve efeito eletrizante nas idéias de Einstein. Suas pesquisas sobre os fenômenos gravitacionais, originadas em Zurique, puderam ser brilhantemente finalizadas e apresentadas à Academia Prussiana de Ciências em 4 de novembro de 1915, sob o título de Teoria da Relatividade Generalizada.
Einstein solucionara o problema da harmonia celeste. Segundo ele, todas as tentativas anteriores para esclarecer a estrutura do Universo tinham se baseado numa suposição falsa: os cientistas julgavam que o que parecia verdadeiro a eles , quando observavam o Universo de sua posição relativa, devia ser verdadeiro para todos os que observavam o Universo de todos os outros pontos de vista.
Para Einstein, não existia essa verdade absoluta. A mesma paisagem podia ser uma coisa para o pedestre, outra coisa totalmente diversa para o motorista, e ainda outra coisa diferente para o aviador. A verdade absoluta somente podia ser determinada pela soma de todas as observações relativas.
Em oposição à doutrina newtoniana, Einstein declarava que tudo se acha em movimento (e não que tendem a permanecer em repouso).
E explicava que as velocidades dos diversos corpos em movimento no Universo são relativas umas às outras. A única exceção a essa relatividade do movimento, era a velocidade constante da luz, a maior que conhecemos, constituindo o fator imutável de todas as equações da velocidade relativa dos corpos em movimento. Além da velocidade, a lei da relatividade aplicava-se também à direção de um corpo em movimento.
Por exemplo, ao deixar cair uma pedra do alto de uma torre ao solo, para nós parecerá que caiu em linha reta; para um observador hipotético (pessoa ou um instrumento registrador) situado no espaço, a pedra descreveria uma linha curva, porquanto se registraria não só o movimento da pedra sobre o nosso planeta, mas também o movimento do planeta em redor do seu eixo; e para um terceiro observador, em outro planeta sujeito a um movimento diferente da Terra, a pedra descreveria outra linha diferente.
Todas as trajetórias, ou direções, de um corpo em movimento eram, pois, relativas aos pontos de onde se observava o deslocamento desse corpo. Ainda havia um terceiro fator na relatividade: o tamanho de um corpo em movimento. Todos os corpos se contraem ao mover-se: para um observador num trem em grande velocidade, o trem é mais comprido que para um observador que o vê da margem da via férrea; a contração de um objeto em movimento aumentaria proporcionalmente à velocidade.
Uma vara que mede uma jarda em estado de repouso, ficaria reduzida a zero se posta em movimento com a velocidade da luz. O espaço, pois, era relativo. E o mesmo se podia dizer do tempo: o passado, o presente e o futuro não passariam de três pontos no tempo, como os três pontos do espaço ocupados, por exemplo, por três cidades (Washington, New York e Boston). Segundo Einstein, cientificamente falando, era tão lógico viajar de amanhã para ontem como viajar de Boston a Washington.
Se um homem pudesse deslocar-se com uma velocidade superior à da luz, alcançaria o seu passado e teria a data do seu nascimento relegada para o futuro; veria os efeitos antes das causas, e presenciaria os acontecimentos antes que eles sucedessem realmente. Cada planeta possui o seu sistema cronométrico próprio, diferente de todos os outros. O sistema da Terra, longe de constituir uma medida absoluta do tempo para toda parte, não passa de uma tabela do movimento do nosso planeta em redor do Sol.
O dia é uma medida de movimento através do espaço. Nossa posição no tempo depende inteiramente da nossa situação no espaço. A luz que nos traz a imagem de uma estrela distante, pode ser a estrela de milhões de anos atrás; um acontecimento ocorrido na Terra há milhares de anos só agora poderia estar sendo presenciado por um observador em outro planeta, que, por conseguinte, o considera como um episódio anual. O que é hoje em nosso planeta, pode ser ontem num outro planeta, e amanhã em um terceiro, pois o tempo é uma dimensão do espaço, e o espaço é uma dimensão do tempo.
Para Einstein, o Universo era uma continuidade espaço-tempo; um dependia do outro. Ambos deviam ser encarados como aspectos coordenados da concepção matemática da realidade. O mundo não era tridimensional - consistia nas três dimensões do espaço e numa Quarta dimensão adicional: o tempo.
Mais tarde, concluiu ainda Einstein, sobre os fenômenos gravitacionais, que não existe embaixo nem em cima no Universo, no sentido de que os objetos caíam por serem puxados para baixo na direção de um centro de gravitação. "O movimento de um corpo se deve unicamente à tendência da matéria para seguir o caminho de menor resistência."
Os corpos, no espaço, escolheriam os caminhos mais fáceis e evitariam os mais difíceis; não havia mais motivo para admitir a existência de uma força de gravitação absoluta. Einstein provou, por meio de uma série de fórmulas matemáticas, a curvatura do espaço, cujo ponto principal da teoria é: a distância mais curta entre dois pontos não é uma linha reta, mas uma linha curva, pois que o Universo consiste numa série de colinas curvas, e todos os corpos do Universo caminham em redor das ladeiras curvas dessas colinas.
Na verdade, não existe movimento em linha reta em nosso Universo. Um raio de luz, que viaje de uma estrela remota em direção à Terra, é desviado ao passar pela ladeira do espaço que rodeia o Sol. Einstein calculou matematicamente o ângulo reto desse desvio, que foi revelado correto no eclipse de 1919.
Esse trabalho, fruto de anos de intensas pesquisas, acabou por reafirmar o seu reconhecimento por parte da comunidade científica do mundo todo. Sua influência se fez sentir em praticamente todos os campos da física. Tendo praticamente todo o seu tempo absorvido no desenvolvimento de suas idéias, a tarefa de leitura de escritos científicos ficou a cargo do "Physics Coloquium" - organizado por von Laue, professor de Física na Universidade de Berlim - , que acabou por se tornar a sede comum de encontro de vários físicos acadêmicos e de LABORATARISTAS industriais de Berlim.
No início de cada semestre, Laue investigava a literatura internacional sobre física, separava os artigos mais importantes e enviava-os a alguns comentadores voluntários que os representavam brilhantemente nas reuniões que se davam semanalmente. Ninguém que participasse desses encontros poderia se esquecer do espetáculo quase mítico de ver entrando em cena homens como Rubens, Nernst, Planck, Einstein, Laue - uma verdadeira tela onde se viam pintados os maiores físicos da época - tomando seus lugares na primeira fila.
Einstein estava sempre presente nesses encontros e participava das discussões com grande entusiasmo.
Mantinha-se longe de qualquer dogmatismo e era capaz de se colocar, às vezes, em posições completamente opostas às suas próprias convicções, em marcante contraste com Planck, que participava sempre de modo mais neutro, sendo mais reservado em suas respostas.
A relação entre esses dois mestres do pensamento físico era particularmente interessante. Einstein sentia grande admiração e carinho para com seu colega mais velho, mas sua abordagem filosófica em relação aos seus objetivos de pesquisa era diferente. O entusiasmo de Planck pela teoria originava-se de sua profunda convicção da existência da harmonia fundamental entre o nosso pensamento racional e a estrutura do mundo físico.
Para Planck, a observação aparecia como a confirmação da teoria, mais do que como a premissa básica na qual a teoria deveria se fundamentar. Em conseqüência, Planck foi radicalmente contra o pensamento positivista de Ernst Mach, que considerava primitivo e anti-intelectual. Einstein defendeu Mach perante Planck e era inclinado a dar importância prioritária às observações. Essa atitude mudou radicalmente sob o impacto da relatividade generalizada, teoria que produziu profundo efeito em seu criador. Apesar de sua conversão Ter sido lenta, ela foi definitiva: de 1930 até o fim de sua vida, Einstein adotou a visão platônica, que era, em sua essência, idêntica à própria filosofia de Planck.
Esse dualismo peculiar explica a enigmática abordagem que esses dois físicos tinham da teoria dos quanta. Planck descobriu os quanta através da sua lei de radiação, de 1900, mas essa descoberta, de certa maneira, era contrária aos seus próprios desejos, porque a emissão peculiar de energia, sob a forma de discretos pacotes não podia ser explicada em bases racionais. De fato, a descoberta de Planck continuou estéril até que Einstein, em 1905, percebeu que a derivação de Planck na sua própria lei não estava errada e, efetivamente, deveria ser substituída por uma suposição muito mais avassaladora.
A partir desse instante, Einstein ficou cada vez mais interessado na estrutura da radiação e compartilhou com Bohr na indiscutida liderança da teoria dos quanta.
Em 1919, Einstein casou-se com sua prima Elsa, adotando as duas filhas do primeiro casamento dela: Ilse e Margot.
A confirmação da Teoria da Relatividade Generalizada por duas expedições inglesas que fizeram observações durante um eclipse solar em 1919, tornaram-no reconhecido mundialmente.
Sua audácia de investigação o tornou insuperável, e sua teoria revolucionária fez mudar os principais conceitos físicos que explicavam o Universo até então. Com tal feito, não havia dúvida de que Einstein era um dos maiores gênios que a humanidade já havia produzido.
A residência de Einstein, perto da Bayrischer Platz, tornou-se parada obrigatória de todos os filósofos, artistas e cientistas de renome que se dirigiam a Berlim. A publicidade não agradava Einstein, mas não havia maneira de escapar a ela. Preferia se isolar no pequeno estúdio que fora construído especialmente para ele, na parte superior da casa. Era lá que ele recebia seus assistentes e colaboradores, e ajudava a resolver os detalhes matemáticos de suas idéias geniais.
Ocasionalmente, reunia-se com os amigos e realizavam concertos, onde em geral tocava como segundo violino. Isso constituía agradável entretenimento que o relaxava e divertia bastante, fazendo-o esquecer por instantes o mundo da fama e de muitas responsabilidades para a ciência.
Nessa mesma época começavam a se organizar na Alemanha grupos nacionalistas extremistas.
O fato de Einstein ser judeu, somado à sua posição contrária à toda forma de nacionalismo e militarismo, e ainda à sua fama mundial, aumentaram a inveja e o ódio dos imperialistas reacionários, que se organizaram contra ele, sob a égide do físico ultranacionalista Philipp von Lenard. E as ações desse grupo se tornaram ainda mais ofensivas após 1921, quando Einstein recebeu o prêmio Nobel.
Ele foi ficando cada vez mais alarmado, principalmente após o assassinato de Walter Rathenau, ministro das Relações Exteriores da Alemanha e seu amigo íntimo. Apesar de ter possibilidades de mudar para qualquer outro lugar fora da Alemanha, decidiu permanecer em Berlim para não se afastar do excelente clima científico que lá existia. No entanto, a vitória do partido nazista em 1933, compeliu-o a desistir de continuar em seu país natal. Demitiu-se da Academia Prussiana de Ciências através de carta datada de 28 de março de 1933. Suas posses foram confiscadas e sua cidadania alemã (da qual ele já havia renunciado voluntariamente) foi cassada e, quando a situação se tornou insustentável, já não estava mais na Alemanha.
Durante o ano de 1921, Einstein viajara aos Estados Unidos, onde fora recebido com inigualável entusiasmo. Nenhum monarca reinante havia recebido tão boa acolhida quanto ele. Milhares de pessoas tinham comparecido às ruas Nova York para saudá-lo, quando passara desfilando em carro aberto. Dez anos mais tarde, as mesmas cenas se repetiram em Los Angeles, quando Charles Chaplin foi à estação para recepcioná-lo e levá-lo através das ruas de Hollywood. Este, virando-se para Einstein, disse: 'Você vê, eles aplaudem a mim porque todos me entendem; a você eles aplaudem porque ninguém o entende.'
De 1930 a 1933, Einstein esteve em Pasadena, no Instituto Tecnológico da Califórnia, onde trabalhou no recém-fundado Instituto para Estudos Superiores de Princeton. Tornou-se cidadão americano em 1940.
Sua participação no projeto Manhattan foi inteiramente acidental e muito lamentada mais tarde, se bem que o projeto teria se concretizado mesmo sem a sua participação.
Em 1939, foi persuadido a escrever uma carta ao presidente Rooselvelt, recomendando a aceleração das pesquisas que levariam à criação da bomba atômica. O contexto histórico praticamente o obrigou a tal atitude: os alemães estavam também desenvolvendo idêntico projeto e, se viessem a produzir a bomba antes, os efeitos poderiam ser muito mais trágicos.
A destruição de Hiroshima pela bomba atômica, porém, constituiu-se no pior dia de sua vida.
Suas convicções democráticas e sentimentos humanitários foram freqüentemente desafiados pela incessante onda de agressividade que caracterizou a atmosfera social e política do pós-guerra. Mesmo assim, Einstein defendeu abertamente todos os princípios da liberdade nos difíceis anos do macartismo.
Os últimos 22 anos de Einstein foram vividos em Princeton, em relativo isolamento.
Lecionava na Universidade e
continuava seus estudos, que nessa época eram integralmente dedicados à sua
teoria gravitacional. Almejava chegar à Teoria do Campo Unificado que
permitiria englobar todos os fenômenos gravitacionais e eletromagnéticos, como
emanações de uma única estrutura lógica. Depois de muito insucesso nas suas
tentativas, conseguiu elaborar um esquema que era uma generalização formal das
equações gravitacionais. Seus contemporâneos, no entanto, longe de se
interessarem por esquemas de pesquisa e por modelos matemáticos, que eram mais
adequados a uma série de fenômenos em estudo, acabaram por se afastar da
linguagem utilizada por Einstein, criando assim, um imenso abismo de
incompreensão entre eles e a novas gerações de físicos teóricos, ao contrário
dos tempos de Berlim, onde a sua palavra era a de mestre absoluto.
Em 1952, o recém-fundado Estado de Israel ofereceu a Einstein a honraria de ser o seu presidente, em substituição a Chaim Weizmann, primeiro presidente recém-falecido. Apesar de Einstein Ter sua origem em um meio judaico assimilado, ele sempre manteve em sua vida os dois preceitos básicos do judaísmo: Justiça e Caridade. O caráter democrático e humanitário das Leis Mosaicas haviam penetrado profundamente em sua consciência e a magnífica poesia do Velho Testamento causava-lhe profunda admiração.
Ele logo reconhecera a urgente necessidade de se criar uma nação para o seu povo já tão perseguido, e passara a acompanhar com vivo entusiasmo os altos e baixos da nova nação. Todavia, ele não podia aceitar a honra de ser seu presidente, porque seu temperamento não se adaptava bem aos cargos e funções sociais e administrativas exigidas. Nesta época, chegou a declarar à viúva de Weizmann, que não podia aceitar o cargo porque não entendia nada de relações sociais; entendia apenas um pouco de matemática.
Ademais não desejava se dedicar a um só país, pois seu interesse era a humanidade.
Einstein sempre pareceu mais velho do que realmente era. A efervescência intelectual esgotou prematuramente suas reservas físicas. Mais de uma vez em sua existência ficou gravemente enfermo, porém sempre com uma boa chance de recuperação. Mas em 1954, o rápido declínio de suas forças físicas se manifestou de forma alarmante. Quando, em abril de 1955, ele foi transferido para o hospital de Princeton, sentiu que o fim havia chegado. Na manhã de 18 de abril, sua vida se extinguiu.
Morreu com a mesma simplicidade e humildade com que sempre viveu: calma e imperturbavelmente, sem remorsos.
"A serenidade de sua morte ensina-nos como devemos viver" - foram as palavras de sua filha adotiva Margot.
"O homem livre em nada pensa menos que na morte; e sua sabedoria não é uma meditação da morte, mas da vida", disse o grande filósofo Baruch Spinoza, de quem Einstein foi um grande admirador.
Einstein foi um homem livre.
Em 1952, o recém-fundado Estado de Israel ofereceu a Einstein a honraria de ser o seu presidente, em substituição a Chaim Weizmann, primeiro presidente recém-falecido. Apesar de Einstein Ter sua origem em um meio judaico assimilado, ele sempre manteve em sua vida os dois preceitos básicos do judaísmo: Justiça e Caridade. O caráter democrático e humanitário das Leis Mosaicas haviam penetrado profundamente em sua consciência e a magnífica poesia do Velho Testamento causava-lhe profunda admiração.
Ele logo reconhecera a urgente necessidade de se criar uma nação para o seu povo já tão perseguido, e passara a acompanhar com vivo entusiasmo os altos e baixos da nova nação. Todavia, ele não podia aceitar a honra de ser seu presidente, porque seu temperamento não se adaptava bem aos cargos e funções sociais e administrativas exigidas. Nesta época, chegou a declarar à viúva de Weizmann, que não podia aceitar o cargo porque não entendia nada de relações sociais; entendia apenas um pouco de matemática.
Ademais não desejava se dedicar a um só país, pois seu interesse era a humanidade.
Einstein sempre pareceu mais velho do que realmente era. A efervescência intelectual esgotou prematuramente suas reservas físicas. Mais de uma vez em sua existência ficou gravemente enfermo, porém sempre com uma boa chance de recuperação. Mas em 1954, o rápido declínio de suas forças físicas se manifestou de forma alarmante. Quando, em abril de 1955, ele foi transferido para o hospital de Princeton, sentiu que o fim havia chegado. Na manhã de 18 de abril, sua vida se extinguiu.
Morreu com a mesma simplicidade e humildade com que sempre viveu: calma e imperturbavelmente, sem remorsos.
"A serenidade de sua morte ensina-nos como devemos viver" - foram as palavras de sua filha adotiva Margot.
"O homem livre em nada pensa menos que na morte; e sua sabedoria não é uma meditação da morte, mas da vida", disse o grande filósofo Baruch Spinoza, de quem Einstein foi um grande admirador.
Einstein foi um homem livre.
Bomba atomica
Bomba atômica é uma arma explosiva cuja energia deriva de uma reação nuclear, por isso também é denominada de bomba nuclear. Ela tem um poder destrutivo imenso, para ter ideia dessa potência, basta citar que ela é capaz de destruir totalmente grandes cidades.
Na história há relatos
de duas situações nas quais bombas atômicas foram utilizadas e causaram
estragos irreversíveis. As bombas foram lançadas durante a Segunda Guerra
Mundial, ambas pelos Estados Unidos contra o Japão, nas cidades de Hiroshima e
Nagasaki. O poder de destruição das bombas foi imenso, quase 200 mil foram
mortos, iniciando, assim, a era nuclear.
Tudo começou quando
Einstein, em 1939, admitiu que poderia ser viável a construção de uma bomba
atômica. Já no início da década de 40 essa ideia começou a ser difundida, o que
foi uma oportunidade para dezenas de cientistas europeus, fugindo do nazismo e
do fascismo, encontrarem refúgio nos Estados Unidos. Um desses cientistas era o
físico italiano Enrico Fermi que, em 1942, juntamente com sua equipe, produziu
uma reação atômica em cadeia.
As teorias de Einstein
começavam a entrar em prática, mas muitos já temiam o mais provável: que a
bomba pudesse causar grandes estragos, pois era impossível determinar e
controlar o impacto de uma explosão dessa natureza.
No ano de 1945, a equipe
liderada por J. Robert Oppenheimer construiu uma bomba de fissão nuclear. Os
primeiros testes ocorreram na manhã de 16 de julho de 1945, no deserto do Novo
México. Posteriormente foi inventada a bomba de hidrogênio, testada em Bikini,
chamada de bomba H, a qual se revelou cinco vezes mais destruidora do que todas
as bombas convencionais usadas durante a Segunda Guerra Mundial.
De lá pra cá, as bombas
nucleares já foram usadas centenas de vezes em testes nucleares por vários
países do mundo. Atualmente, as maiores potências mundiais buscam o chamado
“poder bélico”, que consiste na aquisição das técnicas de destruição mais
eficazes e precisas. Nações que possuem tal poder são mais respeitadas no
âmbito político.
O idealizador da bomba
atômica, Einstein, tomando consciência da tragédia provocada pela bomba atômica,
e sendo ele o idealizador desta ameaça mundial proferiu a seguinte frase: “Tudo
havia mudado...menos o espírito humano”.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
A evolução leva a ao progresso e finalmente a perfeição.
No seculo xvlll era amplamente aceita a ideia que o mundo havia sido idealizado com extrema perfeição por Deus; mesmo onde a perfeição não havia ainda sido atingida , isso finalmente ocorreria , pois Deus idealizaria leis que levariam naturalmente a ela. Essa crença refletia-se não somente no pensamento teológico , mas também no otimismo da corrente de pensamento denominada Iluminismo.
A teoria de Lamarck , por exemplo postulava um caminho reto rumo a perfeição. O evolucionistas modernos rejeitam ideia de que a evolução leve a perfeição . A maioria deles acreditam que algum tipo de processo evolucionário tenha ocorrido desde o começo da vida. A mudança gradual ao longo do tempo de bactérias a seres unicelulares eucarióticos e finalmente a plantas floríferas e animais superiores , é muitas vezes chamado de evolução progressiva. Essa termologia tem sido frequentemente utilizada para se referir a especie humana como estagio final de uma serie que levou dos repteis aos primitivos mamíferos , dos placentários aos macacos e , desde aos hominídeos. Houve época em que era quase que universalmente aceito que a especie humana era o ápice da criação [...].
Será que a especie que leva das bactérias a especie humana significa , de fato progresso? Nesse fato como este poderia ser explicado?
Nos últimos anos muitos livros tem debatido a existência ou a validade do conceito ou progresso evolutivo. A grande discussão é quanto ao significado da palavra "progresso". Por exemplo os que adotam um pensamento teológico [finalista] diriam que o processo é um auto direcionamento rumo a perfeição. [...] Outros podem definir progresso de uma forma empírica , como a aquisição de algo que seja , de alguma ,maneira melhor , mais eficiente e bem mais -sucedido que aquilo que o procedeu. Termos como "superior" e "inferior" também tem sido criticados. Para o Darwinismo moderno , superior significa mais recente no tempo geológico ou mais encima na arvore filogênica.
Progresso costuma sera associado a maior complexidade, de divisão de trabalho mais avançada entre órgãos corporais , melhor utilização dos recursos do ambiente e melhor adaptação. Isso pode ser verdadeiro em certos casos , mas o cranio das aves e mamíferos atuais não são complexos que os de seus ancestrais[...]
Para olharmos para a serie evolucionaria não podemos negar que alguns grupos de organismos tema adaptações particularmente bem-sucedidas . A endotermia por exemplo , permite maior adaptação de aves e mamíferos as flutuações climáticas. Um cérebro grande e o cuidado com a prole permitem o desenvolvimento cultural e a transmissão da cultura de geração a geração.[...]
Entre muitas definições de progresso evolutivo eu particularmente gosto de uma que enfatiza sua natureza adaptacionista. Progresso é " a tendencia que as linhagens tem a desenvolver adaptação comutativa aos seus modos de vida , pelo aumento de características que se combinam em complexos adaptativos ".(Richard Darwins , Evolucion 51 1061,1997).
Fonte(Eanst Mayer. What Evolution is. Nova York: Basic Books, Perseus book Group, p. 213-215, 2001 ).
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